Dobra o número de mortes relacionadas às mudanças climáticas

De acordo com dados divulgados em relatório, ontem (segunda –feira, 29 de novembro) pela ONG britânica Oxfam, pelo menos 21 mil pessoas morreram entre janeiro e setembro deste ano por consequência de desastres climáticos no mundo. Esse número representa mais do que o dobro em relação ao ano passado.

O documento, que foi lançando na COP-16 que está acontecendo em Cancún, no México, cita ondas de calor na Rússia, elevação do nível do mar na região da Oceania e inundações no Paquistão. Climas bem diferentes do que estamos acostumados a ver nestes lugares.

Segundo a Oxfam, os dados divulgados apontam que são necessárias ações rápidas e urgentes. “Os países devem identificar novas formas de arrecadar bilhões de dólares necessários, como impondo tarifas sobre as emissões não-reguladas da aviação e da navegação internacionais, e aceitando uma Taxa de Transações Financeiras sobre os bancos”, disse Tim Gore, autor do relatório, em nota.

O documento completo está disponível (em inglês) aqui. Há versões também em espanhol e francês.

Aqui no Brasil, embora não tenhamos um relatório para comprovar, o que mais vemos são eventos climáticos extremos. O centro-oeste com a maior seca de todos os tempos e um calor absurdo. O sudeste sofrendo com chuvas e alagamentos e tantos outros mais.

Nossos governantes, ao invés de ficarem criando leis “mirabolantes”  tanto na esfera federal como estadual e municipal, deveriam estar mais preocupados com as mudanças climáticas e o futuro do nosso país.

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    Muito preocupante esse dado.

    Assiti no mês passado um bate-papo com Carlos Nobre que exemplificou o problema das mudanças climáticas com o Urso Polar, exatamente a ilustração da matéria. A cada ano eles se tornam mais magros e tendem a desaparecer da face da Terra. As calotas estão desaparecendo e assim precisam nadar demais para encontrar alimento.

    O mundo está perto do desconhecido, ou seja, não sabemos o que vem por aí, pois jamais o planeta esteve nesse patamar preocupante de emissões de gases crescentes que nos aquecem

    Abraços
    Apoena

  • harlanrodrigo

    a história é o devir, não o conhecido ou o repetitivo…

  • Adriana

    A maior preocupação é para onde estamos indo com tudo isso! Se agora os ursos já estão sofrendo, imagine daqui a 10 anos…
    E nós, seres humanos, que temos toda culpa nisto tbm estamos sofrendo e apenas sabemos reclamar…
    Abço!

  • Diêgo Lôbo

    não entendi…

  • http://essetalmeioambiente.com/?p=3807 A Natureza não reclama, ela se vinga | E esse tal Meio Ambiente?

    [...] no século XVIII, com o uso do carvão e a poluição do ar, crescente nas últimas décadas. Enormes prejuízos e perdas de muitas vidas humanas estão sendo causados no mundo em virtude do aquecimento global, resultado das emissões de gases [...]